COMO MINHA CLIENTE, C.M., CONSEGUIU A TÃO SONHADA PROMOÇÃO?

Vou te contar o caso da C.M., uma cliente que me procurou em setembro de 2016.

Ela é funcionária pública e trabalha em uma instituição federal há cerca de 6 anos. Gosta de trabalhar lá e pretende fazer carreira.

Lembro-me muito bem da primeira coisa que ela comentou comigo quando me procurou para conversar: “Ricardo, quero muito crescer profissionalmente mas meu ritmo é muito lento. Não consigo me destacar”.

C.M. se ressentia de não agarrar oportunidades porque não acreditava em seu potencial. Na prática, ela era a pessoa tecnicamente mais preparada do seu setor, mas nunca era escolhida para ser promovida.

Ao longo de 6 anos, ela viu praticamente todos os colegas de trabalho, incluindo os que chegaram depois dela, serem promovidos.

Logo na primeira sessão, com a realização do mapeamento de perfil, tornou-se mais confiante e mais ciente das suas qualidades e vulnerabilidades.

Assim, ao definir o objetivo a ser trabalhado no processo de coaching ela não teve dúvida: “destacar-se no ambiente profissional”.

C.M. tinha grandes qualidades no quesito relacionamento interpessoal e não as estava utilizando em seu próprio benefício para fazer seu ótimo trabalho ser percebido.

Começou a definir uma série de atividades que a fariam conquistar seu objetivo e escolheu aproximar-se de pessoas chave na empresa.

Não demorou muito e as portas começaram a se abrir. Perspectivas reais de crescimento profissional foram surgindo dentro da empresa.

No final de dezembro/16, veio a grande notícia: ela fora promovida. Uma chance espetacular surgiu para fazer parte da equipe de staff do cargo máximo da instituição.

Ela utilizou uma sessão unicamente para se preparar para a negociação, já que não seria a única a ser entrevistada.

Com o autoconhecimento que adquiriu no início do processo, foi para a entrevista confiante e conseguiu a vaga.

O que C.M. fez de diferente? Ela entrou em movimento, contínuo e sistemático. Parou de focar as necessidades das pessoas a sua volta, que fazia com que ela se destacasse como uma profissional “prestativa” e começou a se priorizar.

Com isso, em pouco mais de 2 meses, entrou em evidência em seu setor e isso fez com que ela fosse lembrada para participar da entrevista.

Resultado final: a profissional de ritmo lento, segundo sua própria auto avaliação, conseguiu em 2 meses o que não havia conquistado em 6 anos.

E você, em que ponto se encontra na sua carreira? Como está seu autoconhecimento? É suficiente para te fazer evoluir?

Um grande abraço e até a próxima.

Ricardo Castanheira.

VAMOS CONVERSAR SOBRE A CRISE?

Se há uma tema recorrente na realidade dos brasileiros nos últimos tempos, esse tema é crise. De tanto ser citado, popularizou-se, a ponto de gerar um sentimento de pessimismo e se transformar em um perigoso e letal vírus que, em pouco tempo, se instalou nas mentes e corações dos profissionais brasileiros.

E como efeito colateral dessa virose, comportamentos e pensamentos negativos foram potencializados.

A procrastinação é um deles. Ela cresce na medida em que o vírus se instala em nossa mente e rouba a motivação para o trabalho.

A falta de foco também se instalou com o vírus da crise. Passamos a nos tornar meros expetadores da nossa própria existência. Passamos a duvidar da nossa capacidade e desconfiamos de tudo o que é novo.

Mas a pior das consequências foi a instalação do medo.

Medo de perder o emprego, medo de não ter dinheiro para pagar as despesas, medo de se expor, medo de falar o que pensa, medo de criticar, medo de evoluir, medo de tomar decisões, medo de investir, enfim, medo de ser você mesmo.

Mas para tudo isso, há um antídoto. E ele tem nome: AUTOCONHECIMENTO.

O autoconhecimento deriva do domínio que um indivíduo tem de si mesmo, dos seus super poderes e das suas vulnerabilidades.

Indivíduos dotados de autoconhecimento enfrentam a crise de cabeça aberta, fortalecidos internamente. Para eles, a crise é somente externa.

Portanto, a melhor e mais consistente saída para os infectados é se conhecer profundamente. Essa é uma condição que dará ao indivíduo a convicção que, mesmo diante da crise externa, é sempre tempo de plantar e colher.

Autoconhecimento gera confiança. Confiança gera persistência. Persistência gera movimento. Movimento gera ação.

Ação gera resultados.

Que fique como reflexão.

Um abraço a todos!

RECONHECIMENTO PROFISSIONAL, A VERDADEIRA MOEDA DE TROCA!

Desde os primórdios da Revolução Industrial os sistemas de recompensa tem evoluído sistematicamente. O pagamento por peças, implantado nas indústrias do final do século XIX e sistematizado por Ford, surgiu como a primeira tentativa conhecida de vincular esforço individual e recompensa.

Com a modernização e humanização da gestão de pessoas, fundamentada na busca por melhores condições de trabalho e produtividade, as demandas por recompensa ganharam contornos completamente distintos. Hoje as recompensas econômicas cedem lugar, na preferência dos profissionais, para as chamadas recompensas sociais.

E dentre as recompensas sociais conhecidas, o reconhecimento profissional aparece em destaque. São inúmeras as reportagens e pesquisas que confirmam essa tendência. Veja alguns exemplos abaixo:

PORTAL G1

UOL EMPREGOS E CARREIRAS

PORTAL ZERO HORA

Confirmando essa tendência, a pesquisa realizada pela LOVEMONDAYS em 2015 identificou a falta de reconhecimento como a principal queixa dos funcionários. Para se ter uma ideia, a demanda por melhores salários ficou em 3º lugar na pesquisa.

Em minha experiência como Coach de Carreira e também ao longo de mais de 20 anos de vivência profissional dentro das empresas, percebo claramente que o processo de reconhecimento profissional, ao contrário do que muitos pensam, é uma via de mão dupla.

Em outras palavras, o reconhecimento depende tanto da empresa quanto daquele que quer ser reconhecido. Ocorre que os profissionais, especialmente os mais jovens, não querem esperar muito para serem valorizados. No entanto, desconsideram o fato de que nos dias de hoje, para ser reconhecido, um profissional tem que entregar mais do que aquilo que foi contratado ou do que se espera que ele faça em razão do cargo que ocupa.

Reconhecimento é um processo e, como tal, possui estratégias para ser obtido. E essas estratégias estão ao alcance de qualquer profissional. No vídeo abaixo eu explico, detalhadamente, quais são as 5 dicas que todo e qualquer profissional não deve deixar de seguir para obter esse reconhecimento:

AS 5 DICAS FUNDAMENTAIS PARA QUEM QUER SER RECONHECIDO

Tenho certeza que essas dicas serão capazes de dar a você o reconhecimento proporcional ao esforço e aos resultados que você produz. Mas lembre-se: quanto melhor a entrega, maiores as chances de você ser reconhecido.

A gente se vê!


Um forte abraço.

Ricardo Castanheira.

A ORIGEM DO COACHING

Coaching é uma palavra que existe desde a idade média, quando era utilizada para descrever o condutor de carruagens. Esses profissionais eram chamados de cocheiros, ou aquele que conduz o coche — que era como se chamavam as carruagens. Os cocheiros eram os profissionais que conduziam os passageiros até o destino desejado.


Por volta de 1850, o termo passou a ser atribuído a professores e mestres de universidades com o significado de tutor, a pessoa responsável por auxiliar os estudantes na preparação de testes e exames. Na essência, o termo ainda tinha o mesmo significado: de pessoa que conduz seu passageiro para o local desejado.


Em 1950, o termo “coach” foi utilizado pela primeira vez para fazer referência à habilidade de gerenciamento de pessoas. Foi aí que surgiram as primeiras técnicas de desenvolvimento pessoal e humano, valorizando as competências individuais e relaciona-as a um processo de evolução contínua.


Ainda por volta de 1950, a palavra coach também passou a representar a pessoa responsável pelo treinamento e aperfeiçoamento de atletas e equipes esportivas. O coach surgiu no esporte como uma técnica específica, utilizada por treinadores para motivar profissionais de esportes como tênis ou esqui.


O grande diferencial desse método é o chamado Inner Game, ou Jogo Interior, que considera que o oponente real do esportista não é outro competidor, mas suas próprias limitações e fraquezas. Este jogo interno visa superar hábitos mentais que podem inibir o bom desempenho.
O sucesso da técnica despertou o interesse de alguns executivos que praticavam tênis, que notaram como a técnica também poderia ser aplicada no mundo corporativo. Nos dias de hoje, o coaching é bastante utilizado para o desenvolvimento pessoal e profissional, aplicado em gestão de pessoas.


A metodologia é indicada para quem deseja alcançar objetivos específicos, desenvolver habilidades, aprimorar competências e atingir resultados extraordinários. O processo também aumenta a motivação e a produtividade, facilitando a interação de equipes e melhorando a comunicação.


Diversas organizações estão investindo neste poderoso processo para, assim, desenvolver e qualificar seus colaboradores de modo que todos alcancem resultados cada vez mais satisfatórios. Este é um diferencial extremamente importante para aqueles que buscam e almejam o sucesso.


FONTE: IBC – Instituto Brasileiro de Coaching (http://www.ibccoaching.com.br/portal/coaching/qual-origem-coaching/)


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QUEM É, AFINAL, O GRANDE PROTAGONISTA DO PROCESSO DE COACHING?

Uma das profissões que mais crescem hoje no mercado é a de Coach. Há várias ramificações derivadas do coaching, sendo as mais comuns o life coaching, o coaching de carreira e o business coaching.


Eu sou Coach. Por quê? Porque tenho formação específica, adquirida no Instituto Brasileiro de Coaching. Logo nos primeiros meses da minha atuação optei pelo Coaching de Carreira porque tenho uma vivência profissional anterior, coerente com minha atuação nesse segmento.


Portanto, o conteúdo desse texto é fundamentado na lógica e na perspectiva do Coaching de Carreira.


Dito isso, deve-se ressalvar, em primeiro lugar, que não existem soluções mágicas. Todo e qualquer esforço do Coach e do Coachee (cliente) somente será bem sucedido se pelo menos 3 variáveis forem respeitadas: coerência, foco e continuidade.


A COERÊNCIA será essencial na escolha do objetivo a ser atingido. Todo processo de coaching tem que ter um objetivo a ser alcançado. O Coachee pode escolher o objetivo que ele quiser, desde que seja possível de ser atingido no espaço de tempo do processo. Caso essa escolha represente uma atividade inédita na carreira do Coachee, o esforço a ser demandado será maior.


O essencial é que o objetivo, seja ele qual for, esteja alinhado com as expectativas e competências do Coachee. O papel do Coach na escolha do objetivo é zelar para que este seja realmente representativo, por meio de perguntas e reflexões. Naturalmente, a escolha do objetivo é uma responsabilidade do Coachee. Nesse ponto, já fica evidenciado que, no coaching, é o Coachee quem toma as decisões.


A segunda variável que não pode faltar no coaching é FOCO. Com ele, o Coachee priorizará as ações capazes de gerar resultados no menor espaço de tempo possível. Importante citar que, por mais efetivas que sejam essas ações, o tempo para que elas se concretizem não depende apenas do Coachee ou da capacidade do Coach em manter seu cliente motivado e mobilizado. Existem as variáveis externas, que não podem ser controladas e que, por vezes, fazem com que o objetivo torne-se mais desafiador.


Por essa razão, destaco a terceira variável: CONTINUIDADE. Especialmente quando o objetivo mostra-se mais desafiador, a persistência será fundamental. Sem persistência não haverá continuidade. Para isso, caberá ao Coach zelar para que o Coachee esteja verdadeiramente conectado com seu objetivo e que essa conexão encontre base sólida em seus desejos e expectativas mais essenciais. Caberá ao Coachee, por sua vez, perseverar, manter a fé inabalável em suas escolhas.


Acima de tudo, até mesmo da metodologia e das técnicas usadas pelo Coach, está a convicção do Coachee no objetivo que ele quer atingir e nas estratégicas definidas para chegar lá. Isso não quer dizer que será fácil, nada é fácil. Para se ter o que ainda não se tem, muito esforço será demandado. Portanto, continuidade requer paciência e resiliência. O que parece difícil só será alcançado se o Coachee acreditar no que está fazendo e perseverar, dar continuidade, sempre.


Diante do exposto, você que está lendo esse texto provavelmente já respondeu a pergunta do título. O Coachee é, verdadeiramente, o grande protagonista no processo de coaching. Naturalmente, isso não diminui a importância do Coach. Este será o grande condutor, o grande mobilizador, aquele que acredita no Coachee mais do que ele próprio. Sem isso, nada será possível.


Um grande abraço.


Ricardo Castanheira

Coach em desenvolvimento e transição de carreira.

O QUE O MAPEAMENTO DE PERFIL PODE FAZER POR VOCÊ?

O Mapeamento de Perfil é uma ferramenta científica de avaliação comportamental. Ao realiza-la, você terá um detalhamento do seu perfil pessoal e profissional e terá acesso as seguintes informações:


1- Seus pontos fortes e a desenvolver
2- Seu perfil de liderança
3- Como está sua energia para o trabalho
4- Como está sua autoestima
5- O tipo de ambiente de trabalho que você não abre mão para trabalhar e o impacto desse ambiente na sua produtividade
6- Como você se relaciona com os outros
7- Que fatores te motivam e desmotivam
8- Como você lida com a pressão a sua volta
9- Como você se relaciona com mudanças
10- Que tipos de comportamentos você valoriza nos outros
11- Como se dá o seu processo de tomada de decisões

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QUANDO E PORQUE DEVO RECORRER AO COACHING?

Uma nova vaga na gerência será aberta na sua empresa e você não sabe o que fazer para se destacar e conquistar a promoção. Enquanto isso, um grande projeto precisa gerar bons resultados sob sua responsabilidade. Você também percebeu que precisa desenvolver novas habilidades, já que gostaria de ser um gestor e ainda não sabe coordenar uma equipe.

Em algum momento da carreira você ficará diante de pelo menos um dos cenários citados acima. E é por motivos bem parecidos com esses que muitos profissionais recorrem ao coaching.

O processo de coaching consiste em explorar as competências do profissional para que ele alcance um determinado resultado e desenvolva suas capacidades para resolver problemas.

E quem pensava que esse tipo de orientação é indicado apenas para altos níveis de cargos corporativos está muito enganado: desde adolescentes e jovens em formação até gestores e empreendedores podem se tornar coachees. Até mesmo algumas seleções da Copa do Mundo tiveram orientação para obter melhor desempenho durante as partidas.

Mas, será que vale mesmo a pena investir em um programa de coaching? Para te ajudar nessa decisão, a business coach Dirlene Costa – que já trabalhou em ambiente corporativo – explica a INFO como esse processo pode ajudar o profissional e dá exemplos sobre quais situações em que esse tipo de orientação é mais recomendado. Confira a entrevista:

Como é o trabalho de um coach?

O coaching é um programa para quem quer fazer um plano de carreira. O trabalho de um coach basicamente leva a pessoa do ponto A para o ponto B.

No processo de coaching nós analisamos aonde esse profissional quer chegar e trabalhamos com ele para avaliar seus valores, competências e habilidades.

Nossa intenção é fazer com que a pessoa passe a enxergar cada desafio como uma oportunidade e transforme problemas em soluções. Para isso, nós a ajudamos a potencializar seu talento, lapidando suas fraquezas e ampliando sua visão estratégica.

Quais as técnicas utilizadas por um coach para orientar profissionais?

Um profissional de coach usa técnicas e ferramentas já testadas e certificadas por institutos internacionais de coaching. Elas vão desde a parte comportamental até formações específicas para o executivo.

Além dessas ferramentas, um coach precisa conhecer muito o mercado corporativo.

Algo que faz com que eu ajude melhor os meus clientes é o fato de eu também ter vivenciado essa experiência durante muitos anos. Com isso, nós podemos ajudar o profissional a encurtar caminhos em sua trajetória.

O coaching é um trabalho em quatro mãos. Nós não paramos apenas para ouvir o coachee. Nós passamos tarefas em todas as sessões, aplicamos as técnicas necessárias para aquele resultado e sempre fazemos muitas perguntas.

Afinal, nós partimos do princípio que as respostas estão dentro de cada um. A gente motiva o cliente a criar soluções e respostas. Aí sim ele aprende e passa a agir diferente.

Qual o perfil do profissional que contrata um coach?

A grande maioria das pessoas que procuram um coach são funcionários corporativos. Geralmente esses profissionais sabem onde querem chegar, mas não têm foco e disciplina para alcançar um objetivo.

Uma pessoa que consulta um coach quer ir além de onde ela está. São profissionais mais ambiciosos, que não se acomodam em suas posições, e buscam uma trajetória mais bem sucedida. Mas também há programas de coaching para microempreendedores e executivos de alto nível.

Quais motivos levam o profissional a recorrer ao coaching?

O profissional recorre ao coach quando ele percebe que algo não está saindo como ele quer ou quando ele se sente perdido em um determinado momento da carreira. Geralmente ele quer melhorar seus resultados, sua equipe, e ser reconhecido na companhia para conquistar uma promoção.

Para você, qual seria a maior necessidade de um profissional de tecnologia ao contratar um orientador?

O profissional de TI é muito voltado para o técnico, e o mundo corporativo não quer apenas um funcionário com habilidades técnicas, ele também quer habilidades comportamentais. O que eu vivenciei muito quando fui executiva é que existiam muitos excelentes técnicos analistas, porém, ao serem promovidos para um cargo de gestão eles não davam conta de gerenciar uma equipe.

Isso mostra que ter boa técnica não significa ser um bom gestor ou saber lidar com pessoas e, talvez, trabalhar a parte comportamental seja uma das maiores necessidades desse tipo de profissional.

Quais os resultados mais alcançados nesses processos?

Depois de passar por um processo de coaching, o profissional consegue melhorar seu relacionamento com o trabalho. Ele passa a gerenciar melhor sua equipe e alcança bons resultados. Além de promoções de cargo, ele ainda obtém benefícios pessoais, como controle de estresse, melhor gestão do tempo e até perda de peso. Muitos profissionais até voltam a praticar esportes, pois passam a gerir suas rotinas de forma mais organizada.

As empresas valorizam quem tenha passado por um coaching?

Uma empresa que tenha um RH e uma liderança mais atuantes irá perceber diferencial em uma pessoa que passou pelo processo de coach. Inclusive, há casos em que a companhia contrata programas de coaching para treinar uma equipe e melhorar resultados.

Qual o momento certo para contratar um coach?

A pessoa consulta o coach de acordo com o momento em que ela está na vida. Há vários tipos de coaching para diferentes objetivos, como os especialistas em carreira de estudantes que ajudam o jovem a escolher uma carreira de acordo com o seu perfil.

A orientação deve fazer sentido para a vida do profissional. Depende do objetivo que se quer atingir. Quando contratei uma coach quatro anos atrás, tinha uma meta na carreira de executiva.

Depois, quando fui fazer minha transição de carreira, contratei novamente um orientador, pois se tratava de uma nova dinâmica que estava na minha vida e eu precisava de habilidades diferentes das que eu tinha desenvolvido antes.

Como um profissional avalia se é hora de contratar um coach?

Antes de tudo é preciso avaliar o custo de oportunidades. Às vezes a pessoa deixa de investir em algo para economizar, mas acaba gastando muito mais tempo e energia para alcançar um resultado que poderia ser conquistado em um tempo bem menor.

Então, ao invés de analisar o dinheiro que será gasto, o profissional deve avaliar o que ele está deixando de ganhar quando não passa por um processo de coaching.

Para saber se é realmente de coaching que o profissional precisa, aconselho que ele faça uma primeira entrevista com um coach. Antes mesmo da contratação do programa, a pessoa conversa com o orientador, assim ele irá saber se as necessidades do cliente estão alinhadas com as soluções que um coach pode trazer.

Fonte: Exame.com - http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/quando-e-por-que-recorrer-ao-coaching

A IDENTIDADE CULTURAL BRASILEIRA E A INDIVIDUALIDADE

Recentemente vi um vídeo da Bel Pesce (ao lado) que relata o ponto de vista de um americano sobre a cultura brasileira. Não estou aqui para propagar que nossa cultura seja errática e fadada ao fracasso, mas me enquadro entre aqueles que acreditam que cada um de nós, representantes e fomentadores dessa cultura, somos os principais responsáveis pelo que está acontecendo com o nosso país. Afinal, quem está no poder já foi e ainda é um de nós, ou seja, parte integrante e reprodutor da nossa cultura.

O que quero destacar hoje, dentre as características culturais que nos moldam, é o hábito do brasileiro querer que, em um mesmo grupo, todos devam seguir as mesmas regras, sejam elas explícitas ou implícitas. Vou exemplificar. Certa vez, eu e minha esposa viajamos para uma praia com um grupo de pessoas, incluindo parentes e amigos. Haviam vários casais, cada um com suas preferências. Houveram casos onde eu e minha esposa queríamos fazer um determinado programa e isso causava desconforto entre os demais, uma vez que a maioria queria outra coisa. Embora não tenha sido dito por ninguém, fiquei com a sensação que fomos considerados egoístas, porque ficou parecendo que estávamos nos isolando. Isso aconteceu uma ou duas vezes, no máximo, o que foi suficiente para gerar desconforto.

Enfim, fazendo uma rápida análise, digo que nosso comportamento, como casal, não foi de egoísmo. Simplesmente estávamos exercendo o sagrado direito de fazer aquilo que gostávamos. Não estávamos negando ninguém, apenas afirmando nossos gostos e preferências. Isso me lembra que, nas empresas, pessoas que possuem opiniões distintas da maioria são consideradas desagregadoras, quando em muitos casos, estão exercendo sua individualidade. Ser individualista não é ser egoísta. O individualismo, ao contrário do que a maioria pensa, é a capacidade de exercer nossa inteireza e só assim, seremos capazes de agir coletivamente. Ao contrário, o egoísmo, como citado por Flávio Gikovate “é uma característica daquele que precisa receber mais do que é capaz de dar, o que é típico dos fracos, não dos espertos” (http://flaviogikovate.com.br/individualismo-nao-e-egoismo-2/). A única forma de desenvolvermos a capacidade de doar é sermos inteiros. O Brasil, precisa mais do que nunca de senso coletivo. E para que isso aconteça, as pessoas devem se preocupar em se resolver, para só a partir daí, sentirem-se maduras para agirem coletivamente.

Portanto, sou um defensor intransigente da individualidade, pois é o seu exercício que nos dará a condição de sermos bem resolvidos e isso é base para que possamos contribuir com a coletividade. Ser individualista, na cultura brasileira, é o mesmo que ser egoísta. Ao meu ver, essa crença é uma profunda distorção. O progresso e a evolução de um povo e de um país dependem do contraditório, e ser diferente é, em muitos casos, quase um pecado por aqui.

E você, o que acha? Deixe sua opinião abaixo.

Abraços a todos!


UM MAPA PARA O SUCESSO

Hoje é quinta-feira. Acabou o carnaval. Para muitos, o primeiro dia útil do ano. Nesse momento, boa parte dos brasileiros finalmente acordam para, de fato, iniciarem o chamado ano produtivo. Temos diante de nós a vida como ela é, e o trabalho, prazeroso ou não, deve ser encarado com seriedade, pois em tempos de crise é melhor mantê-lo do que não tê-lo.

E quando falamos em crise, é preciso ficar claro que o alcance desse termo não se aplica apenas ao ambiente externo, ou seja, às questões macroeconômicas que atualmente limitam nosso progresso. Na verdade, o tipo de crise mais limitante é a interna. Pessoas que não sabem o que querem vivem andando em círculos e a vida pessoal e profissional se define por um conjunto de circunstâncias, ora favoráveis, ora desfavoráveis e não por meio de objetivos e metas. Pode até dar certo, mas a chance é bem menor.

Para que isso não ocorra, é preciso investir em você mesmo. Isso significa fazer o que é melhor para você e não buscar o que todos buscam. Mais do que nunca, é hora de atender as suas reais necessidades e desejos, ao invés de correr atrás de um sonho que não é seu, mas que você acredita que os outros projetam para você.

Investir em você mesmo implica em assumir o leme do seu barco. É preciso saber para onde você está indo, entender se esse é o caminho certo e, se necessário, promover mudanças. Mas nada disso será possível se você não conhece suas competências presentes e as que precisam serem desenvolvidas.
Quer uma dica? Faça um mapa. Isso mesmo, um mapa que vai ajudar você a entender, incialmente, onde você está. Em seguida, defina onde quer chegar. Identifique os caminhos possíveis que te levarão ao seu destino. Trace um plano para melhor aproveitar esse caminho. Defina os recursos que você tem e os que vai precisar para melhor percorrer esse caminho.

Enfim, arregace as mangas e vá à luta, mas vá na direção certa!